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 carta

Quando ignoram roubos em série passados e presentes e focam em destruir uma família e um lado político.

Desde que eu me entendo por gente, a corrupção reina em Brasília. Com o PT no poder, ela se institucionalizou, tomou conta de todos os poderes e teve o aval da imprensa. Mesmo assim, tem gente que insiste em dizer que o perigo — e o que precisa ser exterminado — é Bolsonaro, quem tem seu sobrenome e quem o apoia. Esse é o desvio de foco mais ridículo que já inventaram, e é preciso ser muito imbecil para acreditar nisso.

Justamente ele: o homem que nunca esteve envolvido em corrupção. O homem que tentou fazer o melhor governo possível e que, enfrentando perseguição e difamação diárias, administrou o país durante uma pandemia e uma guerra — e ainda assim conseguiu que todas as estatais dessem lucro. Conseguiu diminuir e até eliminar impostos, aumentar benefícios sociais e implementar o décimo terceiro deles. Conseguiu pagar 600 reais de auxílio emergencial que literalmente salvou vidas e deu capital para milhares empreenderem; hoje, muitas delas são pequenas e médias empresárias.

Ele levou água para o Nordeste, brigou para baixar o preço da gasolina, diminuiu juros, aumentou nosso poder de compra e trouxe liberdade econômica. Bateu recorde em dar posse de terras.  Olhou com atenção prática para muitos que você diz defender: crianças com microcefalia, autistas, pessoas com doenças raras. Sob seu governo, houve uma diminuição considerável de mortes violentas — totalmente o oposto das previsões apocalípticas feitas por ele ser armamentista. Negros, mulheres e LGBTs morreriam menos. Ele não tinha só discurso; tinha prática. Para ele, todas as pessoas importavam.

Foi criminalizado no exercício da função quando Moraes impediu que ele nomeasse Ramagem para a PF — algo que sempre foi prerrogativa presidencial. Tudo que ele fazia ou dizia era transformado em crime hediondo, enquanto ele lutava para garantir os direitos de todos os brasileiros.

A Bíblia fala de homens dos quais “o mundo não era digno”. E eu posso dizer que o Brasil não era digno de ter Bolsonaro.

Mas eu quero dizer a você, que acha que ele, seus filhos, sua esposa e seus apoiadores são o grande problema do país: mesmo que todos nós desaparecêssemos do mapa, você continuaria sendo roubado, arrombado, enganado, ludibriado e descartado pelo sistema que você tanto defende.

Você continuaria pagando mais da metade do seu salário em impostos, continuaria perdendo poder de compra, continuaria vendo escândalos nos noticiários — como viu e nada fez durante o mensalão, o petrolão, o covidão e agora o aposentadão e o Banco Master do Xandão. Veria as estatais falindo e sendo vendidas a preço de banana para outras nações. Se submeteria a monopólios e continuaria sustentando o luxo da Janja e de todos os políticos folgados que adoram viajar nos aviões da FAB pagos com o seu suado dinheiro.

Você se acostumou a defender quem lhe lasca, lhe rouba e lhe mata. Acostumou-se a viver sem saúde, sem educação, sem segurança, sem estradas e sem saneamento básico. Você é masoquista mesmo; não se acostumaria com Bolsonaro! Prefere pagar balsas a ver pontes construídas, prefere carro-pipa a água jorrando das torneiras, prefere energia caríssima mesmo morando em um país com tantas fontes que deveria ter até acesso gratuito.

Você adora pagar taxas, multas, adora uma ditadura, adora a insegurança de sair às ruas. Adora defender traficantes como vítimas e culpar as verdadeiras vítimas. Você é tão idiota que consegue rir do país caindo em um abismo sem fundo e aplaudir a insanidade de um psicopata. Zomba de quem deu a vida para lhe entregar um país melhor e defende quem está espoliando a nação diariamente. Consegue se orgulhar do que deveria lhe envergonhar; é conivente com quem já comprometeu o futuro dos seus netos.

Você é tão idiota que nunca se importou em cobrar os governadores que roubaram dinheiro dos respiradores. Acreditou nas narrativas e sacrificou quem nunca lhe fez mal. Sua defesa é a de um papagaio que repete frases sem sentido, sem argumento, levando tudo para o lado pessoal, acreditando em quem lhe distrai enquanto lhe rouba todos os dias.

Sua aposentadoria está ameaçada, a comida está um absurdo, mas o ódio que você cultivou contra Bolsonaro lhe cegou para o que importa e te fez fixar no que nunca existiu. Olhe-se no espelho e veja a pessoa odiosa que se tornou enquanto acusava os outros de serem assim. Seu orgulho em não reconhecer sua insensatez pode custar sua própria vida, enquanto você deseja a morte dos outros.

Enquanto você for útil, eles vão te usar — e depois te descartar. Mas idiota, você só continua sendo se quiser. Sua vida não vai melhorar se todos os Bolsonaros forem abduzidos. Apenas sua culpa e seu remorso vão te consumir até o fim da vida por ter acreditado em mentiras e colaborado com a própria destruição enquanto desejava a destruição alheia.

Pense, por apenas um segundo, que você pode estar redondamente enganado(a). Nesse segundo, você verá o tamanho da injustiça que defendeu todos esses anos. Bolsonaro nunca lhe roubou, nunca lhe calou, nunca lhe prendeu, nunca lhe enganou. Você é que não se abriu para ser respeitado(a) por um presidente que respeitou cada centavo do seu imposto e que, ainda que odiado, nunca lhe odiou nem censurou.

Ele foi bom demais para ser verdade — talvez por isso seja mesmo um mito. Mas sim, ele era e é de verdade. Esse é o seu erro grave, num mundo em que a mentira impera e quem vive a verdade paga com a própria vida.

Adriana Garcia

Jornalista na Amazônia

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