
Quem deu o verdadeiro golpe prendeu inocentes acusados de falso golpe e que precisam ser libertos, imediatamente!
É inadiável a anulação dessa palhaçada macabra que destruiu centenas de vidas e histórias, inclusive de forma fatal, como no caso do Clezão. É inadmissível que pseudo-ministros, que instalaram uma ditadura em 2019 com um inquérito ilegal com o objetivo de protegê-los de pagar por seus crimes, mantenham-se na corte e mantenham presos mães e pais de família, vendedores de algodão-doce, idosas, generais e Bolsonaro. É inadmissível que muitos brasileiros permaneçam no exílio porque, se pisarem no Brasil, serão presos por um ministro envolvido até o pescoço com o maior crime financeiro da história do Brasil. Chega de inocentes temerem culpados! Algo precisa acontecer e esse circo de terror precisa ter fim.
Aquilo que a grande imprensa divulga é o que é permitido ser divulgado e deve ser apenas a ponta do iceberg. O grande e grave problema é que essa mesma imprensa foi a principal avalista do processo ilegal batizado de inquérito do fim do mundo, que começou com essa mesma dobradinha Toffoli e Moraes, quando uma delação da Lava Jato citava Toffoli como “o amigo do amigo do meu pai” e foi divulgada em uma revista. Ali, os que se acham deuses começaram a censura, inclusive contra a própria imprensa, enquanto grande parte dela aplaudia.
Foi Toffoli quem mandou devolver o dinheiro comprovadamente roubado na operação Lava Jato. E a grande imprensa, que hoje alardeia como escândalo o que ele está fazendo no caso Master, abafou o que ele fez na planilha da Odebrecht e ignorou a gravidade da anulação das condenações. Não há inocentes neste caso, e a grande mídia, inclusive figuras que agora alardeiam coragem, é a maior culpada! A sua colaboração para o caos moral, social, econômico, político e jurídico foi preponderante! Sem ela, os que hoje estão sendo descobertos numa fase avançada de assalto aos cofres públicos não chegariam tão longe.
Até pouco tempo, quando Trump sancionou ministros, essa mesma imprensa se posicionou contra e incitou a opinião pública a acreditar que o presidente norte-americano estava ameaçando a soberania brasileira, mesmo sabendo que ele estava querendo pôr fim às injustiças cometidas contra Bolsonaro e seus apoiadores. O pecado da grande imprensa é grande demais, por ser algo completamente consciente, encomendado, pensado, construído. Eles apoiaram a soltura de Lula sabendo absolutamente tudo que Lula roubou no mensalão e no petrolão. Eles honraram e honram políticos e ministros que sabem que são corruptos e alguns deles com tendência de ditadores. Eles sabem que Bolsonaro nunca ameaçou a democracia e foi quem a defendeu na prática, em todos os momentos, lutando por nossas liberdades, pelo voto impresso, lutando inclusive pela liberdade de imprensa, mesmo sendo o presidente mais difamado por ela em toda a história do Brasil, talvez do mundo. A imprensa sabia que estava e ainda está aplaudindo uma grande injustiça que pode até matar Bolsonaro, como aconteceu com Clezão diante de uma verdadeira tortura estatal.
A grande imprensa não se furtou de comemorar um resultado forjado de uma eleição completamente parcial, onde a justiça tinha um lado. Ela foi cúmplice do teatro do 8 de janeiro e zombou e xingou manifestantes de golpistas e até de terroristas, enquanto não se importava com Lula apoiando o Hamas e contra Israel. Essa imprensa sebosa não tem perdão! Ela sequer terá coragem de se retratar, pois o orgulho e os interesses econômicos não deixam. Ela segue denunciando seletivamente quem precisa cair e comprometida em manter quem ela quer no poder, baseada em quem lhe dará mais lucro.
Por causa dessa imprensa prostituta, que se calou e até foi conivente quando deveria denunciar para o bem da nação, não há uma solução sem trauma, sem dor. A via institucional é impossível com líderes do Congresso também citados em escândalos. Mesmo que a sociedade toda reaja, ela não tem armas enquanto ministros e políticos corruptos seguem íntimos do PCC e do CV. Somos mais de 200 milhões de brasileiros reféns de uma dúzia de falsos ministros cujas vagas são negociadas não pelo saber jurídico, mas pelo compromisso político. Somos reféns de um Congresso cuja maioria é corrupta e uma minoria é covarde. Somos reféns de forças armadas amordaçadas por generais que negociaram suas promoções em troca de entregar a nação aos algozes. Uma traição sem tamanho que deveria merecer pena de morte! Afinal, os sustentamos a vida inteira para, no fim, eles nos jogarem aos lobos quando juraram nos defender.
Um imenso Brasil que não avança, que arrancou da presidência Bolsonaro, que inventou escândalos da Valda e da baleia importunada, das joias e dos imóveis de parentes que juntos não chegam aos pés do contrato da mulher de Moraes com o Master. Essa porca imprensa fez tudo isso. Imputou a Bolsonaro um crime impossível de ter matado 700 pessoas na pandemia. Ela deveria ir para o banco dos réus e de lá apodrecer na prisão, onde ajudou a jogar inocentes, sabendo que o eram.
Os culpados não são apenas os que frequentaram reuniões íntimas e que se lambuzaram na luxúria e hoje vivem chantageados e sendo chantageados. Os culpados não são apenas os que roubaram aposentados, os que confiscaram dinheiro de pensionistas, que encontraram milhões de formas de desviar dinheiro público e depenar seu próprio país. Os culpados são os que tinham o dever moral, legal e espiritual de reagir a tudo isso, de ir na contramão, de fazer o que lhes cabia fazer, sejam os políticos, sejam os funcionários públicos de alta patente em tribunais e órgãos reguladores e fiscalizadores, sejam os banqueiros, sejam as tais elites intelectuais, seja a imprensa, sejam as forças armadas! Um país mergulhado no crime merece a escravidão. Resta-nos acreditar em um escape extraordinário, em um milagre, e nos arrependermos pelos pecados de ação e omissão do nosso povo, dos nossos representantes. A ajuda externa não precisaria ser necessária se tivéssemos mais brasileiros dignos e corajosos para impedir que o país chegasse onde está. No fim das contas, o primeiro prisioneiro, Daniel Silveira, tinha razão sobre os membros da Suprema Corte e a imprensa; tarde demais começa a chegar à mesma conclusão, mesmo tendo consentido na prisão de quem já sabia de tudo isso antes.
Soltem os inocentes e prendam quem os julgou e condenou com o único objetivo de continuarem cometendo seus crimes à vontade!
Adriana Garcia
Jornalista na Amazônia
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