cnews 2506 banner 500x100px
cnews 2506 banner 500x100px

 lei moraes

Moraes já mostrou de que lado está e não é do lado da lei, do direito e da justiça. O carrasco de toga ataca outra vez.

O ministro Alexandre de Moraes sempre se supera quando o assunto é castigar Bolsonaro, seus filhos e apoiadores. Ele está determinado a matar o ex-presidente ainda em vida. Aquilo que um ex-militante do PSOL não conseguiu fazer em Juiz de Fora, no dia 6 de setembro de 2018, Moraes está fazendo diante do país inteiro, com o aval da grande mídia, com a conivência do Senado e com a omissão dos seus pares da Suprema Corte.

Uma condenação por um golpe impossível de ter sido dado e de sequer ter sido planejado, já que Bolsonaro foi chefe das Forças Armadas por quatro anos e não usou seu poder para isso, como Dilma cogitou fazê-lo e, nem por isso, foi presa por tentativa de golpe. É até difícil argumentar em defesa de Bolsonaro, não por não haver argumentos, mas porque eles são tantos e, propositalmente, ignorados.

Mas como tentar um golpe com idosas, sem armas, estando nos Estados Unidos? Como generais forjados para grandes batalhas entrariam numa trama com direito até a perder um táxi? Nem vale a pena me estender, pois aqueles que preferem acreditar nessas lorotas jamais serão convencidos pela lógica e pela verdade. São brasileiros que aplaudem a injustiça quando esta atinge seus adversários políticos e não percebem que estão aplaudindo o próprio fim, pois o chicote sempre muda de mãos.

Moraes tirou da Presidência o melhor presidente do Brasil para colocar lá o seu companheiro Lula, aquele que ele mesmo um dia chamou de ladrão. Mas ele foi além: o prendeu e o tornou inelegível, condenando não apenas um homem, mas um país inteiro, pois tirou da maioria da população a chance de eleger quem ela queria.

Moraes jogou Bolsonaro na Papudinha, o humilhou, negou a ele direitos que até o mais perigoso dos criminosos tem. Alguém pode dizer: “Ah, mas bem feito, pois Bolsonaro defendia torturador”.

Os anos em que o país viveu o regime militar foram necessários devido ao avanço dos comunistas, inclusive do terrorismo que assaltava bancos, explodia carros, matava e atemorizava a população da época. Diante desse contexto e contra esses contraventores, intervenções com uso da força eram necessárias. Não havia outra forma de descobrir e prender o bando de criminosos senão pela pressão. Naquele tempo, não havia internet, não havia celular, nem câmeras por todos os lados. As armas eram aquelas e foram usadas por uma necessidade, e não por um prazer.

Diferentemente de hoje, em que inocentes são privados de liberdade e até em solitárias são jogados, como fizeram com Felipe Martins. E adivinha quem está fazendo isso? Um governo composto por anistiados que eram verdadeiramente culpados, criminosos e terroristas. Prova disso é que esse mesmo governo apoia o grupo terrorista Hamas e fez crescer e se consolidar no Brasil os grupos terroristas PCC e CV, além de ter envolvimento direto com as FARC.

Uma vez terrorista, sempre terrorista; e, uma vez defensor de terroristas, sempre defensor de terroristas. Já Bolsonaro continuou do outro lado da história: contra o terrorismo, contra o crime e contra o corrupto.

Mas a esquerda aparelhou tão bem as instituições que grande parte de sua composição existe e trabalha para proteger o criminoso e prejudicar — e até prender — quem o denuncia. Bolsonaro escolheu o lado certo aos olhos da lei, enquanto Moraes escolheu o lado errado, mas se tornou a própria lei, inquestionável e respeitada por quem não presta.

Nessa de ser a lei, ele foi capaz de criminalizar até uma imagem de Bolsonaro feita com inteligência artificial e usada quando Flávio foi anunciado como candidato à Presidência da República na convenção do PL. São incontáveis os absurdos cometidos nos últimos anos, e quem discorda deles vai para o inquérito das fake news ou mesmo pode responder por atentado contra o Estado Democrático de Direito.

Defender a liberdade, a democracia e a execução da lei vigente virou crime na jurisdição de um carrasco fantasiado de ministro da Suprema Corte.

Pois bem. Neste domingo, Dia dos Pais, o fim da picada — que ainda não é o fim, pois sempre tem uma pior depois — foi a proibição de Bolsonaro ver seus filhos no Dia dos Pais.

Isso é tudo, menos justiça.

Enquanto pais infratores e criminosos graves terão direito de sair das penitenciárias em todo o Brasil para verem seus filhos, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro segue em cativeiro e, mesmo em idade avançada, não pode ver seus filhos nessa data especial para todas as famílias. Até para a do estuprador, do feminicida, do sequestrador, do homicida, do assaltante, do ladrão.

Se, para Moraes, Bolsonaro é pior do que tudo isso e todas essas pessoas são melhores e dignas de terem seus direitos garantidos, é porque Moraes já escolheu de que lado está — e não é do lado da lei, nem do direito.

Pode ser que alguém que perdeu o pai ou o filho na pandemia e que se informa pela grande mídia ache que é justo. Afinal, na cabeça dessas pessoas, foi o então presidente que “matou” seu pai, seu filho, seu parente.

Esses, que já eram ignorantes antes, são ainda mais agora, com a descoberta e publicidade do diário do verdadeiro genocida, Anthony Fauci. Bolsonaro, na verdade, tentou e salvou muitas vidas, seja com o tratamento precoce que indicou e tentou que fosse realizado, mesmo sendo criminalizado massivamente, seja com a não obrigatoriedade da vacina, que hoje se mostra causa de muitas mortes por seus efeitos colaterais.

Mas quem se importa?

Um povo que vive alienado e que aplaude o carrasco porque a vítima não lhe é agradável merece mesmo uma ditadura.

Um pai preso injustamente, sendo proibido de se comunicar, de ter redes sociais, sendo jogado ao ostracismo, mesmo assim pode eleger seu filho.

Há poderes que superam o poder do carrasco: o poder do amor, do respeito, da honra. O poder de ter coragem e fé mesmo diante da maior injustiça.

Bolsonaro nos ensinou a não desistir e a saber esperar o tempo em que aquele que manda muito não mandará em tudo e terá seus crimes expostos no Brasil, como já estão sendo expostos no mundo.

Bolsonaro vive, e aquilo que ele ensinou aos seus filhos e aos seus verdadeiros aliados e apoiadores não depende de sua presença. Aliás, quanto mais proíbem essa presença, mais o povo consegue lembrar de tudo que Bolsonaro é, representa e quer que o povo faça: Exerça seu poder como nunca antes e possa parir a verdadeira democracia.

Jesus tinha apenas 12 discípulos em vida, mas, após sua partida, a Igreja se estabeleceu e se espalhou pelo mundo, sendo o terror do comunismo porque é o único corpo que não se dobra ao Estado.

Bolsonaro não é Jesus, mas o seu Messias pode ser um sinal de que seu legado poderá durar séculos, onde outras gerações não se dobrarão a outros carrascos e a sociedade terá a verdadeira resistência a tudo que é mau.

Eu poderia tentar consolar esse pai e esses filhos, mas ambos estão sendo como uma fortaleza e nos ensinando a não desistir.

Se chegamos até aqui, podemos ir até o fim. Até contemplarmos nosso país livre e próspero como nunca foi e como sempre poderia ter sido.

Adriana Garcia 

Jornalista na Amazônia

Colabore e anuncie onde você encontra conteúdo de valor

prefeitura_macapa_2
prefeitura_macapa_3