
O ex-prefeito da capital e pré-candidato ao Governo, Dr. Furlan segue abraçando cada município como abraçou Macapá.
Após o afastamento do Dr. Furlan da Prefeitura de Macapá, ele antecipou a sua renúncia, que ocorreria apenas no final de março, e se declarou pré-candidato ao governo pelo PSD. Além disso, assumiu a presidência do partido no Amapá, o que lhe garante total liberdade para conduzir as articulações e composições políticas com foco nas eleições de 2026 no estado.
Ao tomar essa decisão, passou a ter mais tempo para planejar estrategicamente, dialogar com aliados e estruturar as nominatas necessárias para consolidar uma base forte até o período eleitoral. PSD, Podemos, Novo e PL formam o conjunto de partidos que sustentam esse projeto, que propõe romper com a forma antiga e ineficiente de fazer política, apresentando um novo modelo baseado em entrega, proximidade com a população, escuta ativa e busca por soluções com humildade. Trata-se de um propósito maior, uma missão voltada para o bem das próximas gerações.
Esse modelo já foi testado e aprovado na capital, projetando o Dr. Furlan como um dos três melhores prefeitos do Brasil. Isso se refletiu nas urnas em 2024, com a eleição da chapa Furlan e Mário Neto, que alcançou mais de 85% dos votos válidos.
Mesmo diante de exonerações em massa, que deixaram centenas de famílias sem renda de forma abrupta e sem justificativa técnica clara, e apesar de relatos de ameaças e propostas para que pessoas em situação de vulnerabilidade “mudassem de lado”, muitos permanecem firmes em suas convicções. Essas pessoas carregam um sonho que vai muito além de interesses pessoais: o sonho de uma mudança real. Um cenário onde ninguém precise fazer parte de um curral eleitoral, mas possa integrar um projeto de Estado com uma economia forte e oportunidades para todos prosperarem por meio do próprio esforço.
É justamente por acreditar nessa possibilidade — cada vez mais concreta — que essas pessoas enfrentam um alto preço no presente. Elas entendem que essa janela de oportunidade pode não se repetir, e que o sacrifício atual poderá resultar no nascimento de um novo Amapá, mais justo, com oportunidades iguais e uma política baseada no diálogo e no foco na população, com resultados concretos melhorando a vida das pessoas que moram aqui.
Havia a expectativa de que comunicadores que prestavam serviço à gestão Furlan, agora sem renda, recuassem, mudassem de posicionamento ou buscassem outras alternativas para sustento imediato. Enquanto isso, alguns profissionais que recebem altos valores do governo estadual para defender determinadas figuras políticas e atacar o Dr. Furlan chegaram a ironizar a situação de desemprego desses trabalhadores. No entanto, essa estratégia não produziu o efeito esperado. Ao contrário: quem acredita no projeto intensificou ainda mais sua atuação.
Isso porque não se trata apenas de interesses individuais, mas de uma reação a um modelo político sustentado por influência financeira, manipulação institucional e favorecimento de aliados em detrimento de opositores. Um modelo que muitos amapaenses já não aceitam mais, pois isso não representa um verdadeiro estado democrático de direito, mas uma estrutura de dependência disfarçada de democracia.
Diversas pessoas que nasceram ou viveram toda a vida no Amapá relatam ter deixado o estado por conta de perseguições. Apesar do amor pela terra, afirmam não poder retornar enquanto determinadas estruturas de poder permanecerem. Em muitos relatos, a comparação feita é de que, em certos aspectos, o Amapá se assemelha a realidades de forte instabilidade política, onde o cidadão não encontra espaço para viver, trabalhar e prosperar com liberdade.
Empresas que reconhecem o potencial econômico do estado aguardam mudanças no comando para que haja maior segurança jurídica e um ambiente de negócios mais estável, viabilizando investimentos e instalação de novas operações. Ao mesmo tempo, aqueles que permanecem no estado, enfrentando dificuldades como desemprego, perseguições e ataques à reputação, seguem firmes por acreditarem na possibilidade de uma transformação concreta.
A expectativa está voltada para uma vitória expressiva do Dr. Furlan em outubro, juntamente com um grupo político alinhado, capaz de implementar no estado o mesmo padrão de gestão aplicado na capital. A percepção predominante entre esses apoiadores é clara: ou há mobilização agora, ou o estado continuará sob um modelo que consideram responsável pelo atraso em áreas estratégicas, inclusive pela falta de conclusão de obras importantes para o desenvolvimento econômico, como a Ponte do Rio Jari que ligaria o Amapá ao Pará e a conclusão da BR 156, que ligaria a capital ao Oiapoque, melhorando o acesso à Europa através da fronteira com a Guiana Francesa, e melhorando a vida de quem mora ou faz negócios na região e precisa dessa obra concluída.
Dentro dessa proposta de construção de um novo Amapá, o Dr. Furlan mantém uma agenda intensa, visitando mais de 200 obras entregues durante sua gestão. Nessas visitas, recebe manifestações de apoio e reconhecimento da população, que o enxerga não como alguém que concede benefícios individuais, mas como um gestor comprometido com entregas coletivas, que são direitos dos cidadãos.

Com dezenas de pré-candidatos da base, Dr. Furlan esteve em Mazagão ouvindo a população para construir um plano de governo.
Acompanhado por pré-candidatos, especialmente em viagens pelo interior, ele tem percorrido diversos municípios, ouvindo a população e conhecendo de perto as realidades locais. Já esteve em Laranjal do Jari, Vitória do Jari, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Calçoene. Recentemente, visitou Mazagão e tem presença frequente em Santana, município vizinho de Macapá e o segundo maior colégio eleitoral do estado.
Com a atual gestão municipal sob comando interino de Dalua, que tem desfeito ações da administração anterior, cresce a rejeição ao grupo do atraso do qual Dalua faz parte e representa. Paralelamente, aumenta a aceitação do nome do Dr. Furlan para governar o estado a partir de 2027, assim como o clamor pelo retorno de Mário Neto à prefeitura de Macapá. Isso ocorre porque, após a renúncia de Furlan, Mário Neto é o prefeito legítimo, e seu afastamento é visto como controverso, especialmente por não constar em investigações relacionadas a supostos desvios de recursos do hospital municipal e por não ser o ordenador de despesas da SEMSA, o que é mais uma prova de que foi uma manobra política para retirar toda a administração montada pelo Dr. Furlan.
O fortalecimento do grupo político liderado pelo Dr. Furlan também ocorre em meio ao desgaste da imagem e conduta do senador Davi Alcolumbre no cenário nacional. Há a percepção de que ele mantêm influência mais por sua posição institucional em Brasília do que por apoio popular direto no estado. Esse modelo político, baseado em relações de dependência, é apontado como um dos fatores que contribuíram para o cenário atual do Amapá nas últimas décadas.

Em todos os municípios, o povo corre para abraçá-lo e tirar uma Selfie. Dr. Furlan segue liderando todas as pesquisas.
O movimento que cresce em torno da candidatura de Dr. Furlan reflete, portanto, um sentimento de ruptura com essa lógica. Representa o desejo de um governo voltado ao interesse coletivo, à entrega de resultados concretos e à melhoria dos serviços públicos. Em um cenário de desgaste generalizado, propostas que não dialoguem com essa expectativa tendem a enfrentar forte resistência popular.
Como muitos já resumem de forma direta: “já deu!”.
Adriana Garcia
Jornalista na Amazônia
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